segunda-feira , 25 junho 2018

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Polícia Ambiental prende 33 apostadores e resgata 51 galos em rinha na zona rural de Guajará, RO

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A Polícia Militar Ambiental deflagrou uma operação no final da tarde do último sábado (9) e acabou com um esquema de brigas de galos em Guajará-Mirim (RO), a 330 quilômetros de Porto Velho. A ação, que contou com apoio da Polícia Civil e policiais ambientais de outras localidades, resultou na prisão de 33 pessoas que estavam fazendo apostas ilegais.

Segundo a Polícia Ambiental, 51 galos ainda vivos foram resgatados, muitos deles estavam bastante machucados e utilizavam assessórios para lutarem até a morte, como esporas e bicos de ferro. As investigações apontam que alguns galos eram vendidos no mercado negro por até R$ 7 mil.

Apostadores foram conduzidos à Delegacia Regional  (Foto: Polícia Militar Ambiental/ Divulgação) Apostadores foram conduzidos à Delegacia Regional  (Foto: Polícia Militar Ambiental/ Divulgação)

Apostadores foram conduzidos à Delegacia Regional (Foto: Polícia Militar Ambiental/ Divulgação)

A rinha funcionava em um sítio localizado na área da Comara, na zona rural do município. Os policiais apreenderam R$ 11 mil em dinheiro e vários comprovantes de depósitos bancários, feitos por apostadores.

A Polícia Técnico Científica (Politec) foi acionada e fez a perícia no local. Vários equipamentos que eram usados para organizar a rinha, além de remédios para tratar os ferimentos dos bichos foram apreendidos.

Alguns animais estavam bastante machucados  (Foto: Portal Guajará / divulgação ) Alguns animais estavam bastante machucados  (Foto: Portal Guajará / divulgação )

Alguns animais estavam bastante machucados (Foto: Portal Guajará / divulgação )

De acordo com a Polícia Civil, os 33 apostadores foram autuados em flagrante por maus tratos a animais conforme a Lei 9.605/98 (Lei dos Crimes Ambientais) e pagarão multas individuais que variam de R$ 500 a 3 mil. Todos prestaram depoimentos e foram liberados, mas responderão um Termo Circunstaciado (TC) e terão que comparecer em juízo.

Fonte:G1

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