segunda-feira , 18 dezembro 2017

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Mais de 80% das prefeituras de Rondônia correm o risco de terminar o ano no vermelho

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Fazer o eleitor de idiota é comum nas republiquetas que fazem de conta que são democráticas. Recentemente, na Bolívia, viu-se a repetição do engodo: a população foi às urnas e, em sua maioria, disse não a mais uma reeleição de Evo Morales, o Eterno. Não adiantou nada. Manobrando e usando de subterfúgios, com apoio do Judiciário, a voz da maioria foi ignorada e Morales poderá concorrer pela enésima vez. Em Honduras, aliás, está acontecendo algo semelhante, agora. Certamente bolivianos e hondurenhos aprenderam conosco. Em 2005, quase 95 milhões e 500 mil brasileiros foram às urnas, participar de um referendo.

A pergunta era sobre a liberação ou não do uso de armas para os cidadãos comuns, esses que se tornaram carne de açougue, atacados por bandidos, esses sim, sempre fortemente armados. Foi um banho: 59 milhões e 109 mil brasileiros disseram que não, não queriam a proibição da venda de armas. Foi 63 por cento do total dos votantes. O número dos que queriam o desarmamento da população  foi de apenas 33 milhões e 330 mil. Quem queria ver o brasileiro comum desarmado?

Isso mesmo: as esquerdas, o MST, as igrejas cristãs, mas também setores do PFL (atual DEM), PMDB e PSDB. Derrotados nas urnas, todos eles se uniram (lembremo-nos que o Presidente era Lula, do PT), eles, os que acham que a população deve andar desarmada e não se defender da bandidagem que assola nossa Nação. Simplesmente ignoraram o resultado das urnas. Até hoje.

Usaram o argumento que o Estatuto do Desarmamento, aprovado anos antes, é que deveria ser o mantra do assunto. Fizeram o eleitorado de idiota, fizeram  o país gastar milhões de reais num referendo que mobilizou a Nação, apenas para um jogo de cartas marcadas. Não importou o resultado, porque a decisão deles já estava tomada antes mesmo de fazer o povo de idiota.

É bom lembrar que os ideólogos do pacifismo apenas para as vítimas, fizeram de conta que não perderam nas urnas, em praticamente todos os Estados brasileiros. Os que queriam a liberação das armas ganharam com percentuais altíssimos em três estados: Rio Grande do Sul, Acre (terra do petismo até hoje) e Roraima (mais de 87 por cento).

O apoio às teorias governistas, antiarmamento, ganharam em pequenas regiões, nos estados de Pernambuco e no Ceará. No resto, foi peia. Quem perdeu foi a maioria dos brasileiros, que mesmo usando as urnas para tentar ter o direito de se defender, viram vencer o teatro irreal das teorias de que a proibição ia pacificar o Brasil e sepultar a violência, algo totalmente absurdo. É o país onde as armas só estão nas mãos dos bandidos.

É o país dos 50 mil assassinatos por ano. Voto? Pra que voto, se “eles” sempre sabem o que é bom para nós, ignorantes, que ainda corremos às urnas, sonhando com um país melhor e mais seguro?

PREFEITOS QUEREM R$ 100 MILHÕES

Mais de 80 por cento das Prefeituras do Estado estão correndo o sério risco de terminar o ano no vermelho. Algumas no MUITO vermelho! Para tentar ao menos amenizar a situação, há uma grande pressão de parlamentares, da Assembleia como um todo, da Associação dos Municípios, no sentido de que o Governo do Estado repasse pelo menos 100 milhões de reais para cobrir esse enorme buraco nas finanças municipais. As informações são seguras: o Governo Confúcio tem, em caixa, mais de 200 milhões de reais para realizar inúmeras obras, no último ano da atual administração. É desse dinheiro que os Prefeitos querem que saia ao menos a metade para salvar as finanças das Prefeituras, muitas delas nessa situação por incompetência  dos administradores. O Governo avisa que não tem como fazer o repasse legalmente, nem desse dinheiro e nem de verbas de convênios, que não podem ser usadas a não ser para suas finalidades explícitas. A busca agora é de encontrar caminhos legais, que estão sendo procurados com insistência, para pressionar o Governo a liberar a grana até depois do Natal. É daqueles casos complexos. Se não receberem dinheiro extra, a grande maioria das Prefeituras de Rondônia vai terminar 2017 em situação financeira bastante difícil.

AUMENTO DA LUZ NA JUSTIÇA

“Rondônia tem suas usinas que geram energia para abastecer cerca de 40 milhões de residências Brasil afora. Somos autossuficientes em energia e contribuímos para o abastecimento do Brasil. Não é justo que os rondonienses paguem uma conta proporcionalmente mais alta do que aquele que mora aqui no Distrito Federal. Quem mora aqui paga uma conta de luz inferior à que pagamos no estado de Rondônia, embora sejamos geradores de energia para o nosso estado e para muitos estados brasileiros. Isso é inaceitável, injusto, desproporcional. Isso é uma afronta a um estado que contribui com a geração de energia elétrica para todo o Brasil”. A crítica, na tribuna da Câmara, é do deputado Marcos Rogério, do DEM. Ele avisou que vai à Justiça para tentar reduzir a conta de luz. ”Nós já pagamos bandeira amarela, bandeira vermelha, e agora, mais um aumento na tarifa elétrica. Rondônia não aceita. Os rondonienses não merecem passar por isso, pelo esforço que fazem em contribuir com o Brasil e com a geração de energia”, protestou. A Eletrobras Rondônia alega que os valores do reajuste anual são definidos pela Aneel. O parlamentar não quer saber quem é o pai da criança. Quer é que o aumento seja impedido via decisão judicial.

PROJETO DA BANDA VERDE

A deputada Mariana Carvalho também entrou na jogada. Divulgou nas redes sociais projeto de lei de sua autoria que, segundo ela, pode acabar com o absurdo dos aumentos exagerados da energia, como o que recaiu agora no bolso dos consumidores rondonienses. “Luto para que os estados com grande capacidade de produção de energia elétrica paguem sempre a bandeira verde. Ou seja, as menores tarifas do mercado. Não é justo pagar por uma conta que não é nossa. A população de Rondônia merece respeito”, disse a parlamentar, fazendo coro aos protestos. Mariana lembra que os “quase 9 por cento” autorizados a mais nas contas de energia, representam “um dos maiores reajustes do país”. Certamente outros membros da bancada federal e do próprio Governo do Estado engrossarão o coro das reclamações. É inacreditável que estejamos gerando energia em abundância e pagando cada vez mais caro por um serviço que, todos os que vivem neste Estado, está muito longe sequer de ser considerado bom.

COMPLICOU PARA A ESQUERDALHA

Há um claro sentimento de pânico em boa parte da esquerda brasileira, refletida em todo o seu tamanho na mídia dominado pelas canetas esquerdizantes, com a possibilidade de Lula não poder concorrer em 2018 e, pior de tudo, se concorrer, contra todas as possibilidades lógicas, perder a eleição. Com a mesma intensidade, os discursos desse grupo (uma minoria que imagina dominar a opinião pública, mas, é claro, está longe disso!) são todos como Exoceds contra o segundo colocado em todas as pesquisas, o representante da direta, Jair Bolsonaro. Quanto mais se divide a sociedade brasileira, divisão aliás, forçada e reforçada exatamente pela turma de Lula e seus aliados, mais cresce Bolsonaro, como a única opção real de combate a tudo o que a esquerda fez, na tentativa de destruir o Brasil e suas instituições. O problema é que a mídia e os partidários das palavras de ordem e das mesmices que ninguém mais acredita, quando mais atacam Bolsonaro, mais ele cresce. Na última pesquisa, da Data Folha, Lula já caiu para 34 pontos e Bolsonaro subiu par 17 por cento. A coisa vai ficar complicada para a esquerdalha. Já pensaram se o líder da direita ganha a eleição?

TRÊS MILHÕES PARA O NATAL?

O diretor da Emdur, Breno Mendes, comemora a implantação de novos 8 mil pontos de iluminação pública em  Porto Velho, desde que ele assumiu o posto, em 26 de julho. É realmente um resultado bastante positivo. Quase dois mil pontos por mês; 66 por dia. Breno tem realmente que divulgar suas ações, como o faz diariamente pelas redes sociais. Mas, por outro lado, andou exagerando na questão da iluminação de Natal. Postou no Facebook que  a Prefeitura, ao invés de gastar 3 milhões de reais com iluminação de Natal, optou por gastar 3 milhões na iluminação pública. Menos, caro secretário! Ji-Paraná, que tem a mais bela iluminação do Estado e uma das mais belas de toda a região norte, gastou apenas 140 mil reais para fazer o que fez. Um encanto de luzes natalinas. Claro que como em Porto Velho praticamente nada foi feito para preparação do Natal (será que alguém esqueceu que todo o mês de Dezembro tem essa que é a maior festa religiosa e comercial do país?), os gastos poderiam ser um pouco maiores. Mas 3 milhões de reais? Daí já é exagero. Só se fosse pra iluminar a Brodway, em Nova York. O que se espera, na verdade, é que, para o ano que vem (atenção, em 2018 tem Natal de novo!), a Prefeitura da Capital e a Emdur se preparem devidamente, para iluminar e deixar a  cidade bonita como ela merece.

A PERDA DE JACOB ATALLAH

Rondônia perdeu mais um dos seus pioneiros, um daqueles nomes que vão ficar, para a eternidade, na História dessa terra. O dr. Jacob Atallah partiu aos 82 anos, deixando uma vida inteira dedicada à Medicina e à coletividade. Foi prefeito, deputado estadual e sempre um exemplo de vida. Um dos grandes oradores da política rondoniense, coisa que praticamente não existe mais nos parlamentos e nem na vida pública. Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil no Estado, os maçons também sentiram profundamente sua perda. Idealista, realizador, dedicado profundamente às causas públicas, Jacob Atallah estava hospitalizado há mais de um mês no Hospital Central, onde faleceu no  primeiro domingo de dezembro. Em sua longa vida pública, esse médico exemplar, formado  em 1961, em Belém do Pará, tinha especialidade em pediatria. Foi sempre um líder da sua categoria e fundador do  Conselho Regional de Medicina na década de 1960, junto com os médicos Hamilton Gondim, Ary Tupinambá Pena Pinheiro e José Cerqueira Cotrim. Deixa saudades e uma vida exemplar, como legado à sua terra.

PERGUNTINHA

Você tem esperança de que em 2018 os índices terríveis de violência no país vão diminuir ou acha que será mais um ano de desgraça para milhares de famílias brasileiras, chorando seus mortos?

Autor / Fonte: Sérgio Pires

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