terça-feira , 22 Maio 2018

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Corpo de prefeito assassinado em MT é sepultado sob forte comoção, em RO

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O corpo do prefeito de Colniza (MT) Esvandir Antônio Mendes (PSB) foi velado e sepultado neste domingo (17) sob forte comoção de parentes e amigos, em Ji-Paraná (RO), na Região Central de Rondônia. O político, de 61 anos, foi assassinado a tiros dentro de uma caminhonete, na última sexta-feira (15), quando voltava de uma propriedade rural, sentido Colniza.

Após o crime, um primeiro velório foi realizado ainda no sábado (16), no ginásio municipal de Colniza. Logo depois o corpo do prefeito foi levado para Ji-Paraná. Várias pessoas acompanharam o velório na cidade e se emocionaram.

Logo depois de ser velado, no fim da manhã, o corpo de Esvandir seguiu por um cortejo pelas ruas de Ji-Paraná e foi levado até o Cemitério da Saudade, onde foi sepultado.

Prefeito de Colniza, Esvandir Mendes, conhecido como Vando Colnizatur, tinha 61 anos (Foto: Arquivo Pessoal) Prefeito de Colniza, Esvandir Mendes, conhecido como Vando Colnizatur, tinha 61 anos (Foto: Arquivo Pessoal)

Prefeito de Colniza, Esvandir Mendes, conhecido como Vando Colnizatur, tinha 61 anos (Foto: Arquivo Pessoal)

De acordo com a Polícia Militar (PM) do Mato Grosso, Esvandir voltava de Cuiabá em uma caminhonete no fim da tarde de sexta-feira, quando começou a ser perseguido por pistoleiros. Pelo menos 15 tiros atingiram o carro e dois acertaram o prefeito, que morreu na hora.

O secretário de Finanças do município, Admilson Ferreira dos Santos, também foi atingido. A mulher e o genro do prefeito também estavam no carro, porém não ficaram feridos.

Velório de prefeito reuniu amigos e familiares (Foto: Marco Bernardi/G1) Velório de prefeito reuniu amigos e familiares (Foto: Marco Bernardi/G1)

Velório de prefeito reuniu amigos e familiares (Foto: Marco Bernardi/G1)

Três homens foram presos, suspeitos de participação no assassinado do prefeito. De acordo com a PM, um deles é apontado como o suposto mandante do crime, tendo também participado da execução do político. Ele teria contratado os dois comparsas no Pará para participarem da ação.

Fonte: G1

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